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16 de maio de 2014
CICLO DE DEBATES SUBPAV 2014
TEMA: “Cuidados compartilhados em câncer.”
DATA: 21/05/2014
HORÁRIO: 13:30 às
17:00
LOCAL: Auditório da
Associação Brasileira de Odontologia (ABO-RJ) - Rua Barão de Sertório, 75, Rio Comprido.
COORDENAÇÃO: S/SUBPAV/CLCPE/GPC
1- Objetivos da Sessão Temática:
Discutir o papel da
atenção primária no cuidado do paciente com câncer e apresentar a proposta de
cuidados compartilhados em câncer no município do Rio de Janeiro.
2- Resultados esperados
Contribuir para a
qualificação da coordenação do cuidado do paciente com câncer
3- PROGRAMAÇÃO:
3.1-Subtema: Abordagem
diagnóstica e acompanhamento do paciente oncológico na saúde da família: um
relato de caso.
Facilitador – Bernardo
Lago Alves ________________________________________ 50min
(UERJ/Residência em
Medicina de Família)
3.2-Subtema: Proposta
de cuidados compartilhados em câncer de mama.
Facilitador – Rodrigo
Moura __________________________________________ 30min
(INCA III)
3.3-Subtema: Cuidados
paliativos em câncer.
Facilitador – Teresa
Reis _________________________________________________ 30min
(INCA IV)
3.4-Subtema: O papel
da atenção primária nos cuidados paliativos do doente com câncer.
Facilitador – Samantha
França ____________________________________________ 30min
(SMSDC/Preceptoria da
Residência Médica em Saúde da Família e Comunidade)
Debate:
Moderador - Solange
Malfacini __________________________________ 30min
(S/SUBPAV/CLCPE/GPC)
Obs: O debate
ocorrerá ao longo das apresentações.
4- Bibliografia principal
Brasil. Ministério da saúde. Portaria
n. 2.439, de 8 de dezembro de 2005. Institui a Política Nacional de Atenção
Oncológica: Promoção, Prevenção, Diagnóstico, Tratamento, Reabilitação e
Cuidados Paliativos, a ser implantada em todas as unidades federadas,
respeitadas as competências das três esferas de gestão. Diário Oficial da
União, Brasília (2005 dez 9).
5- Link para inscrição:
7 de abril de 2014
21 de janeiro de 2014
Com a chegada do verão, as pessoas costumam sair da rotina e ficar ainda mais expostas aos raios ultravioletas em suas atividades de férias. Muitas vezes, acabam abusando do sol e ainda por cima utilizam o bronzeador solar. No entanto, a exposição de forma inadequada ao raios solares pode trazer inúmeros prejuízos à pele, como queimaduras, ressecamento e descascamento, fora o risco de câncer de pele a longo prazo. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a cada ano, 100 mil brasileiros desenvolvem algum tipo de tumor de pele, sendo o excesso de exposição solar a maior causa. Portanto, preparar a pele para o verão é fundamental. Confira abaixo as dicas saudáveis do dermatologista Paulo Cutrin, do Hospital Federal de Bonsucesso (RJ).
Aplique o protetor solar corretamente
Existem diversas apresentações do protetor solar: creme, gel, spray. É importante que a pessoa saiba o seu tipo de pele para escolher a fórmula correta. Por exemplo, caso tenha a pele mais seca ou ressecada, deve evitar o gel, porque a substância ressalta ainda mais o problema. Além disso, os filtros em creme são bastante eficazes e conseguem carregar um Fator de Proteção Solar (FPS) mais alto, acima do fator 50. É fundamental que a pessoa use o filtro que seu corpo exige. Quem tem a pele mais clara precisa de um fator de proteção maior.
Para evitar a pele ressecada, é importante lembrar que os cuidados vão além do uso protetor solar
O filtro solar não é o único responsável pela proteção da pele, o uso de chapéus, roupas, ter um guarda sol e de outras medidas protetoras também tem a mesma importância. Também é importante respeitar o horário de exposição solar, que deve ser anterior às nove horas da manhã e posterior às 15 horas da tarde. Cuidado com o horário de verão, todas as medidas preventivas são eficientes na proteção da sua pele, evitando vermelhidão, ressecamento ou queimaduras, por exemplo.
Não é recomendado que pessoas de pele clara utilize o bronzeador solar
A variedade de tons de pele entre a população brasileira é muito grande. As pessoas mais brancas se queimam com maior facilidade e quase não produzem melanina. Por isso, não é recomendado que a pessoa fique exposta ao sol utilizando o bronzeador. O ideal é investir em FPS altos, que possuem uma concentração maior de filtros solares. Já as pessoas de pele mais escura, que não se queimam com tanta facilidade, podem os utilizar de maneira moderada, respeitando os horários e sempre utilizando outros modos de barreiras solar, como chapéus, camisas ou guarda-sol, por exemplo.
É necessário muito cuidado na hora de escolher a maquiagem
O protetor solar é sempre recomendado, mesmo que a pessoa esteja utilizando uma maquiagem contendo proteção solar. É importante frisar que o principal objetivo desse tipo de fórmula é maquiar. Por isso, a proteção solar fica em segundo plano e pode não ser tão eficiente assim. O ideal é que a pessoa utilize um protetor solar que tenha cor de base.
É necessário hidratar a pele para evitar descasca após o verão
Descascar faz parte da pele. É natural isso ocorrer quando as pessoas tomam muito sol, principalmente as mais claras. O ideal é que evitar a exposição prolongada ao sol, mesmo utilizando protetor. O uso de hidratante, óleos e derivados é recomendado, porque hidrata e refresca ainda mais a pele, evitando assim que ela rapidamente descasque.
Fonte: Érica Santos / Comunicação Interna / Agência Saúde
27 de maio de 2013
Prazo máximo vale para que o paciente passe por cirurgia ou inicie sessões de quimioterapia ou radioterapia
da redação do Jornal da Saúde
com informações da Agência Brasil
A partir de hoje (23), pacientes com câncer deverão iniciar o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) até 60 dias após o registro da doença no prontuário médico. A determinação consta da Lei 12.732/12, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em novembro do ano passado, que entra em vigor nesta quinta-feira
Para ajudar estados e municípios a gerir os serviços oncológicos da rede pública, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou, há uma semana, a criação do Sistema de Informação do Câncer (Siscan). O software, disponibilizado gratuitamente para as secretarias de Saúde, vai reunir o histórico do paciente e do tratamento. A previsão do governo é que, a partir de agosto, todos os registros de novos casos de câncer no país sejam feitos pelo Siscan.
Na ocasião, o ministro alertou que estados e municípios que não implantarem o sistema até o fim do ano terão suspensos os repasses feitos para atendimento oncológico. Com o objetivo de acompanhar o processo de implantação do Siscan e a execução de planos regionais de oncologia, uma comissão de monitoramento, de caráter permanente, visitará hospitais que atendem pelo SUS. O grupo vai avaliar as condições de funcionamento e a capacidade de oferecer atendimento oncológico com agilidade.
Ontem (22), o diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Paulo Hoff, elogiou a nova regra, mas cobrou recursos para o cumprimento da lei. De acordo com o médico, que também é professor de oncologia e radiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, nas instituições que tratam o câncer pelo SUS no estado o tempo médio entre o diagnóstico e o início do tratamento é 22 dias, abaixo do exigido pela lei. Ele disse, no entanto, que há casos em que, dependendo da localização do paciente e do tipo de tumor, o prazo pode passar de três meses.
Dados do Ministério da Saúde mostram que o SUS conta atualmente com 277 serviços habilitados em oncologia, sendo 134 no Sudeste, 63 no Sul; 48 no Nordeste, 20 no Centro-Oeste e 12 no Norte. As unidades oferecem radioterapia, quimioterapia e cirurgia oncológica.
Atualmente, 78% dos pacientes com câncer em estágio inicial recebem tratamento em até 60 dias. Desses, 52% conseguem ser atendidos em 15 dias. Entre os pacientes com câncer em estágio avançado, 79% recebem tratamento em até 60 dias. Chega a 44% os que conseguem ser atendidos em 15 dias.
A estimativa do ministério é que o país registre este ano 518 mil novos casos de câncer. A previsão é que 60.180 homens tenham câncer de próstata e 52,6 mil mulheres sejam diagnosticadas com câncer de mama. Depois das doenças cardiovasculares, o câncer é a doença que mais mata no país.
Em 2010, 179 mil pessoas morreram em decorrência da doença. O câncer dos brônquios e do pulmão foi o tipo que mais matou (21.779), seguido do câncer do estômago (13.402), de próstata (12.778), de mama (12.853) e de cólon (8.385).
24 de novembro de 2012
Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, de acordo com a camada afetada, definimos os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares; o mais perigoso é o melanoma.
A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer e o envelhecimento da pele. Ela se concentra nas cabines de bronzeamento artificial e nos raios solares.
O carcinoma basocelular é o tipo mais freqüente, representando 70% dos casos. É mais comum após os 40 anos, em pessoas de pele clara. Seu surgimento está diretamente ligado à exposição solar acumulada durante a vida. Apesar de não causar metástase, pode destruir os tecidos à sua volta, atingindo até cartilagens e ossos.
Já o carcinoma espinocelular é segundo tipo mais comum de câncer da pele e pode se disseminar por meio de gânglios e provocar metástase. Entre suas causas, estão a exposição prolongada ao sol, principalmente sem a proteção adequada, tabagismo, exposição a substâncias químicas com arsênio e alcatrão e alterações na imunidade.
O melanoma é o tipo mais perigoso, com alto potencial de produzir metástase. Pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoce. É mais freqüente em pessoas de pele clara e sensível. Normalmente, inicia-se com uma pinta escura.
A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer e o envelhecimento da pele. Ela se concentra nas cabines de bronzeamento artificial e nos raios solares.
O carcinoma basocelular é o tipo mais freqüente, representando 70% dos casos. É mais comum após os 40 anos, em pessoas de pele clara. Seu surgimento está diretamente ligado à exposição solar acumulada durante a vida. Apesar de não causar metástase, pode destruir os tecidos à sua volta, atingindo até cartilagens e ossos.
Já o carcinoma espinocelular é segundo tipo mais comum de câncer da pele e pode se disseminar por meio de gânglios e provocar metástase. Entre suas causas, estão a exposição prolongada ao sol, principalmente sem a proteção adequada, tabagismo, exposição a substâncias químicas com arsênio e alcatrão e alterações na imunidade.
O melanoma é o tipo mais perigoso, com alto potencial de produzir metástase. Pode levar à morte se não houver diagnóstico e tratamento precoce. É mais freqüente em pessoas de pele clara e sensível. Normalmente, inicia-se com uma pinta escura.
Cuidados com a pele
Como a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, as pessoas de todos os fototipos devem estar atentas e se protegerem quando expostas ao sol. Os grupos de maior risco são os do fototipo I e II, ou seja: pele clara, sardas, cabelos claros ou ruivos e olhos claros. Além destes, os que possuem antecedentes familiares com histórico da doença, queimaduras solares, incapacidade para bronzear e pintas.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que todas as medidas de proteção sejam adotadas na ocasião da exposição ao sol: uso de chapéus, camisetas e protetores solares. Também deve ser evitada a exposição entre 10 e 16h (horário de verão). É importante ressaltar que as barracas usadas na praia sejam feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
Para o uso de filtros solares, é sugerida a reaplicação a cada duas horas. O ideal é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja de, no mínimo, 15.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que todas as medidas de proteção sejam adotadas na ocasião da exposição ao sol: uso de chapéus, camisetas e protetores solares. Também deve ser evitada a exposição entre 10 e 16h (horário de verão). É importante ressaltar que as barracas usadas na praia sejam feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
Para o uso de filtros solares, é sugerida a reaplicação a cada duas horas. O ideal é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja de, no mínimo, 15.
Fonte: http://www.sbd.org.br/campanha/cancer/sobre.aspx
26 de novembro de 2011
A pele é o maior órgão do corpo humano. É dividida em duas camadas: uma externa, a epiderme, e outra interna, a derme. A pele protege o corpo contra o calor, a luz e as infecções. Ela é também responsável pela regulação da temperatura do corpo, bem como pela reserva de água, vitamina D e gordura.
Embora o câncer de pele seja o tipo de câncer mais freqüente, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil, quando detectado precocemente este tipo de câncer apresenta altos percentuais de cura.
As neoplasias cutâneas estão relacionadas a alguns fatores de risco, como o químico (arsênico), a radiação ionizante, processo irritativo crônico (úlcera de Marjolin), genodermatoses (xeroderma pigmentosum etc) e principalmente à exposição aos raios ultravioletas do sol.
Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele. Os negros normalmente têm câncer de pele nas regiões palmares e plantares.
Como a pele é um órgão heterogêneo, esse tipo de câncer pode apresentar neoplasias de diferentes linhagens. Os mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes. Felizmente o carcinoma basocelular, mais freqüente, é também o menos agressivo. Este tipo e o carcinoma epidermóide são também chamados de câncer de pele não melanoma, enquanto o melanoma e outros tipos, com origem nos melanócitos, são denominados de câncer de pele melanoma.
Consulte o folheto, em nossa pasta de arquivos Proteja-se do câncer de pele
Veja o Também o cartaz
























