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28 de março de 2013
Todo cuidado é pouco...
A maioria dos criadouros do mosquito Aedes aegypti na cidade está em ambiente doméstico: pratinho do vaso de planta; caixas d’água, cisternas ou tambores usados como reservatórios de água; piscinas não tratadas; fontes ornamentais; calhas, lajes e toldos; e bebedouros de animais, entre outros.
Dos 92 municípios fluminenses, 42 têm epidemia de dengue, de acordo com o boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde. De 1º de janeiro até as 13h, do dia 26 de março foram notificados 69.343 casos de dengue, com três mortes, nas cidades de Magé, Volta Redonda e Itaocara. No mesmo período do ano passado, foram anotados 48.361 casos da doença, com 12 mortos.
Entre os critérios considerados para que um município entre em epidemia dengue está oregistro de mais de 300 casos por 100 mil habitantes, curva ascendente de transmissão da doença sustentada por três semanas ou mais consecutivas, e com números acima do limite esperado para a localidade num determinado período de tempo.
No ano passado foram notificados 184.123 casos suspeitos de dengue no estado, com 42 mortes. Na comparação com 2011, apesar do aumento de 9,34% nas notificações, o número de pessoas que morerram caiu 70% no mesmo período.
O município do Rio, que não apresenta um quadro de epidemia, informou que a maioria dos criadouros do mosquito Aedes aegypti na cidade está em ambiente doméstico: pratinho do vaso de planta; caixas d’água, cisternas ou tambores usados como reservatórios de água; piscinas não tratadas; fontes ornamentais; calhas, lajes e toldos; e bebedouros de animais, entre outros.
Os dados constam do Levantamento de Índice Rápido do Aedes Aegypti feito pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio. Coletados no período de 10 a 16 de março, eles mostram ainda que o município registra um média de 2,0% de infestação, o que significa que a cada mil imóveis vistoriados pelos agentes de vigilância em saúde, em 20 foram encontrados criadouros do mosquito transmissor da dengue. A secretaria fez este ano cerca de 1,5 milhão de visitas de inspeção a imóveis, eliminando 218.540 criadouros do Aedes aegypti.
Agência Brasil
Só este ano foram 5.615 notificações. 4 vezes mais do que o número de casos registrados no mesmo período do ano passado.
Com uma população de 4,74 milhões de habitantes (Banco Mundial 2011) e área de 51.100 quilômetros quadrados, a Costa Rica registrou este ano 5.615 casos de dengue. Segundo informações da Caixa Costariquense de Seguro Social (CCSS), é o maior número de casos da doença em uma década.
A Vigilância Epidemiológica da CCSS informou, por meio de nota, que o panorama é preocupante, porque a quantidade de casos quadruplicou este ano em relação ao mesmo período de 2012, quando foram registrados 1.437 casos. Em 2011 foram 1.158.
Do total de casos, 12 foram de dengue hemorrágica. As autoridades de saúde do país pedem que a população adote medidas preventivas para evitar o crescimento dos focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.
Agência Brasil
26 de março de 2013
2 de fevereiro de 2012
“A dengue é uma infecção aguda e tem quatro sorotipos, de acordo com o Ministério da Saúde. A doença é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypt infectado com o vírus e as epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos de chuva. Uma das preocupações é a propagação do vírus da dengue tipo 4 no Brasil, o que aumenta a probabilidade de uma grande epidemia, já que grande parte da população brasileira nunca teve contato com esse vírus e, portanto, não desenvolveu imunidade a ele.
O fato de a população brasileira não ter imunidade contra o tipo 4 associado a epidemias anteriores piora a situação. Quando alguém é infectado mais de uma vez pelo vírus da dengue (já lidamos com o 1, 2 e 3), o risco de reação grave é maior. Se ocorrer uma epidemia, o número de infectados e mortes provavelmente será muito maior do que das outras vezes, porque milhares de pessoas, adultos e crianças, adoeceram com outros sorotipos e há um índice de infestação alta do mosquito transmissor.
Grande parte da população carioca já teve contato com vírus 1, 2 e 3 e praticamente 100% estão vulneráveis ao tipo 4, com casos já registrados no Brasil.
Depois da picada do mosquito com o vírus, os sintomas aparecem normalmente do terceiro ao décimo - quinto dia, o período de incubação. O tempo médio de duração da doença é de cinco a seis dias. É só depois do período de incubação que os sintomas aparecem.
O sintomas de dengue variam desde febre até hemorragia, que pode levar ao óbito. Portanto, é bom ficar atento a sinais de hipertermia com duração de dois a sete dias, cefaléia, dores no corpo e articulares, retro orbitárias e petéquias pelo corpo. E procurar atendimento de urgência em casos de dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, sangramento pelo nariz, boca e gengivas, sede excessiva e boca seca, alerta o Ministério da Saúde.
A doença com vírus 4 tem os mesmos sintomas acima. O protocolo de tratamento também é o mesmo.
A melhor maneira de se proteger é limpar os locais onde o mosquito costuma desovar. Portanto, guarde o lixo corretamente, não acumule água parada, feche bem caixas d' água e guarde as garrafas de cabeça para baixo para não acumular líquidos.”
CONCENTRAÇÃO 08:00 HORAS NA ENTRADA DA POLICLÍNICA




