POLICLÍNICA MANOEL GUILHERME DA SILVEIRA FILHO

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14 de agosto de 2014

Saúde cria nova regulação para a produção nacional de medicamentos e equipamentos

O Ministério da Saúde coloca em consulta pública a portaria que estabelece os critérios para a realização das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo (PDP). É a consolidação de um novo marco regulatório adotado pelo governo federal na gestão dos acordos entre instituições públicas e privadas que visam produzir medicamentos, equipamentos e materiais estratégicos para o SUS. Entre os principais ganhos está o fortalecimento do monitoramento por parte do governo federal e a definição de prazos para as empresas apresentarem as propostas de transferência tecnológica.

Clique aqui para acessar a consulta pública

“Estamos consolidando esta política em um único instrumento normativo e fortalecendo a segurança e a governança de todo o processo das Parcerias de Desenvolvimento Produtivo. A portaria configura uma política de Estado, em que as decisões serão interministeriais”, afirma o ministro da Saúde, Arthur Chioro. Atualmente, existem 104 parcerias em cursohttp://cdncache-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png para a produção nacional de 97 insumos de saúde, envolvendo 19 laboratórios públicos e 57 privados. Desse total, 29 já possuem registro na Anvisa e 19 deles estão no mercado.

Esses acordos, além de garantir autonomia do processo de produção de medicamentos e o abastecimento dos serviços públicos de saúde, devem gerar uma economia de R$ 4,1 bilhões por ano em compras públicas.

Pela proposta, o Ministério da Saúde publicará a lista de produtos de maior interesse para a saúde pública brasileira até o fim do ano e as empresas terão até abril para apresentar seus projetos. A partir daí, começa a fase de análise técnica, que será feita por um grupo interministerial (Saúde, Ciência e Tecnologia, e Desenvolvimento, Indústria e Comércio), com a participação de representantes de outros órgãos, como BNDES, Anvisa e Finep. Todos os projetos, aprovados ou não, terão seus resultados divulgados e acessíveis à população.

Outra mudança se refere ao início da compra do produto por parte do Ministério da Saúde. O que marcará o início da Parceria de Desenvolvimento Produtivo é a primeira aquisição do produto, de forma que as empresas assumam o compromisso com a transferência da tecnologia.  O prazo máximo para a conclusão do projeto será de dez anos. Uma comissão técnica fará a avaliação constante da proposta, podendo, inclusive, suspender os projetos que estão parados ou que não estão cumprindo os critérios da PDP. As medidas dão maior segurança para as empresas e melhoram o monitoramento por parte do governo.

“Percebemos a  necessidade de consolidar e detalhar as responsabilidades de todos os atores envolvidos, como o setor produtivo público e privado. Ao utilizar o poder de compra do estado brasileiro, articulado com outros instrumentos, como financiamento e regulação, o governo federal está dando um importante salto na transformação do conhecimento científico em produto para a saúde. Não estamos simplesmente comprando produtos, estamos adquirindo tecnologia”, destacou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

O marco regulatório estabelece ainda regras para a definição dos preços do produto durante a vigência da parceria e para o registro sanitário do medicamento. O valor unitário, que deverá ser decrescente ao longo do período de duração da parceria, poderá ser renegociado diante de mudanças no mercado, como o fim de uma patente, garantindo economia aos cofres públicos. Fica mantida a contrapartida do Ministério da Saúde de adquirir o produto da PDP para oferta no SUS durante a vigência do acordo, dando estabilidade às instituições e empresas envolvidas.

Sobre o registro sanitário, o objetivo do governo federal é acelerar a autorização da comercialização dos produtos que vão fortalecer a indústria nacional e que sejam importantes para o acesso à saúde da população. Além de exigir que a instituição pública tenha acesso a todos os documentos para o processo de registro do produto, caso ainda não possa ele mesmo protocolar o pedido, a Anvisa deverá concluir as análises dos projetos de PDP em até 60 dias.


13 de junho de 2013

Medicamentos especiais como ter acesso...



Página de acesso:




Os medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica são indicados para o tratamento de doenças crônicas e/ou raras, em nível ambulatorial, dispensados em farmácias especializadas.
Tendo em vista as características das doenças e do custo dos medicamentos atendidos, seguem critérios específicos definidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde.

Capital:

RIOFARMES – Farmácia Estadual de Medicamentos Especiais
Rua Júlio do Carmo, s/n – Cidade Nova (ao lado do metrô da Praça Onze)
2ª à 6ª das 08:00 às 17:00 horas.

COMO TER ACESSO?

IMPORTANTE: A NOVA VERSÃO DO AUTOMATIZADOR DO LME JÁ SE ENCONTRA

DISPONÍVEL PARA DOWNLOADING

Os procedimentos para o acesso aos medicamentos do CEAF são definidos pelo Ministério da Saúde, e constam nas Portarias GM/MS nº 2981/2009 e 3439/2010 (clique aqui pra visulizar as Portarias).
Para ter acesso gratuito aos medicamentos, o usuário deverá conferir se o medicamento solicitado e a patologia constam na relação atendida pelo Componente. Lembrando que cada Estado define a lista de medicamentos a serem dispensados no Componente Especializado, de forma a atender todas as linhas de cuidado nele abrangidas.

Para tanto, são exigidos documentos, em especial o Laudo para Solicitação de Medicamentos (LME) adequadamente preenchido pelo Médico e a Prescrição Médica, de unidades SUS ou particulares, desde que inscritos no CNES. Após a solicitação, o processo passará por uma avaliação técnica e se estiver de acordo com os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas – PCDT específicos para as doenças autorizadas pelo Ministério da Saúde , o paciente será aprovado para a retirada dos medicamentos.
Cada LME tem validade de 03 meses, sendo um LME para cada doença (CID). A renovação do LME é realizada com documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas específicos para as doenças autorizadas pelo Ministério da Saúde, se necessária a continuidade do tratamento por indicação médica.

● DOCUMENTAÇÃO PARA CADASTRO NO CEAF

● CADASTRO DE PACIENTES PARTICULARES E DE PLANOS DE SAÚDE

Para iniciar o processo, o paciente ou seu responsável deverá dar entrada da solicitação em uma das Farmácias de Medicamentos Especializados, com a apresentação obrigatória dos seguintes documentos do paciente:


DOCUMENTOS PESSOAIS:

● Original e Cópia do Cartão Nacional de Saúde - CNS
● Original e Cópia de documento de identidade
● Original e Cópia do CPF
● Original e cópia do comprovante de residência

DOCUMENTAÇÃO MÉDICA:

● LME – Laudo de Solicitação de Medicamentos (clique aqui para visualizar o LME).
● Prescrição Médica devidamente preenchida (pela denominação comum brasileira).
● Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas do MS.
● Receita Médica, em 2 vias, com a prescrição do medicamento feita pelo nome genérico do princípio ativo, emitida a menos de 60 dias (validade de 30 dias para medicamentos sob regime especial de controle – PT 344/1998/ANVISA). Clique aqui para ver os medicamentos do CEAF sob regime especial de controle PT 344/1998/ANVISA.
● Observar que o laudo médico será substituído pelo Laudo de Solicitação que deverá conter a descrição do quadro clínico do paciente, menção expressa do diagnóstico, tendo como referência os critérios de inclusão previstos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas - PCDT do Ministério da Saúde,
nível de gravidade, relato de tratamentos anteriores (medicamentos e período de tratamento), emitido a menos de 60 dias.
● Exames laboratoriais e de imagem previstos nos critérios de inclusão do PCDT.
É imprescindível apresentação do Laudo de Solicitação, Avaliação e Recibo de Dispensação de Medicamentos preenchidos.
Para ter acesso a esses documentos clique no link abaixo (Laudo de Solicitação de Medicamentos - LME):
Laudo de Solicitação de Medicamentos - LME (para impressão e preenchimento manual) Baixe o Automatizador do LME (Para preenchimento eletrônico)
A Riofarmes funciona de segunda à sexta, no horário de 08:00h às 17:00h.
Endereço : Rua Júlio do Carmo, s/n - Praça Onze.
Tels.: 2332-8567 / 8568 / 8569
2333-3891 / 3896
2333-3966 / 3975 / 3998

10 de maio de 2013

Medicamentos de A a Z



Já está disponível a secção de Medicamentos de A a Z da SUBPAV em:
www.subpav.com.br/aaz
Vale conferir!

9 de dezembro de 2011

Ingestão de muitos medicamentos aumenta risco de disfunção erétil e impotência, aponta estudo




Homens que tomam muitos medicamentos em razão de diferentes condições de saúde podem ter um risco aumentado para disfunção erétil -- uma associação que não parece ser explicada pelos problemas de saúde subjacentes em si --, apontou um estudo norte-americano com mais de 37 mil homens.

É sabido que homens com problemas crônicos de saúde, como pressão alta, diabetes e colesterol alto, têm uma probabilidade maior de desenvolver disfunção erétil, em comparação com homens mais saudáveis da mesma idade.

Os pesquisadores que avaliaram 37,7 mil homens de um plano de saúde da Califórnia, porém, descobriram que aqueles que tomavam três ou mais remédios tinham taxas mais altas de disfunção erétil, de acordo com os achados publicados no British Journal of Urology International.

"Os dados sugerem que algumas características de homens que tomam múltiplos medicamentos podem predispô-los à disfunção erétil", disse o pesquisador sênior Steven Jacobsen, do Departamento de Pesquisa e Avaliação do Kaiser Permanente Southern California.

No total, 16 por cento dos homens que tomavam no máximo duas drogas registraram disfunção erétil moderada, significando que algumas vezes tinham dificuldade para obter ou manter a ereção. Isso em comparação com 20 por cento dos homens que tomavam entre três e cinco medicamentos, 25 por cento dos homens que tomavam seis a nove drogas e 31 por cento dos que ingeriam ao menos dez drogas.

Como era de esperar, a disfunção erétil foi mais comum em homens mais velhos, mais pesados, que fumavam ou tinham problemas de saúde como diabete ou pressão alta. Mas, mesmo quando os pesquisadores levaram esses pontos em consideração, tomar muitos medicamentos ainda estava ligado a um risco aumentado para disfunção erétil.

Os achados foram baseados em questionários distribuídos a 37.712 homens entre 45 e 69 anos. No total, 29 por centro relataram apresentar disfunção erétil moderada ou severa.

Mais da metade dos homens pesquisados tomavam mais do que três medicamentos no ano passado. Como previsto, os homens com colesterol alto, pressão alta, diabetes ou depressão tendiam a tomar mais medicamentos.


Reuters

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