2 de setembro de 2011
Cardiomóvel equipado com eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico funcionará na Clinica da Família Olímpia Esteves.
02/09/2011
Na próxima segunda-feira, dia 5, o Cardiomóvel da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio (SMSDC) chegará ao bairro de Realengo. O caminhão equipado com eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico, também fará exame de carótida e funcionará na Clinica da Família Olímpia Esteves. Uma equipe formada por dois cardiologistas, três técnicos e duas recepcionistas atenderá, em média, 20 pessoas por dia, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h às 12h. O equipamento ficará no local durante três semanas.
Os moradores da região serão previamente agendados e encaminhados para o Cardiomóvel. Após a realização dos exames, o paciente receberá um protocolo para retirada dos resultados na própria Clínica. Lá, passará novamente pelo clínico geral para análise dos resultados e orientações de tratamento, se necessário.
O projeto, que fará um mapeamento cardiológico inédito no país, teve inicio em agosto no Complexo do Alemão e já realizou mais de 400 exames.
O mapeamento da saúde cardiológica será realizado no projeto piloto em 1.500 pessoas e pretende realizar 4.600 exames durante três meses para entender como está a saúde cardíaca do carioca e desenvolver um planejamento de ações de prevenção a infarto e complicações, além de traçar uma política de ação na área da cardiologia na cidade do Rio.
Na segunda fase, o trabalho será feito com todos os cidadãos assistidos pelas Clínicas da Família, mais de 1,6 milhão de pessoas. Na avaliação, serão verificados índices como glicemia, colesterol, circunferência abdominal, peso, entre outros.
O projeto do Cardiomóvel é uma parceria da SMSDC com a General Eletric (GE) e passará também pelos bairro Sampaio, Santa Cruz e Botafogo.
A Clínica da Família Olímpia Esteves fica na Rua Olímpia Esteves, s/nº
Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=2085902
1 de setembro de 2011
Confira o roteiro!Participe!Divulgue!
Em parceria com a 8ª CRE, vamos participar com visita e palestras sobre combate a dengue nas Escolas Municipais: Baronesa Savendra, Astrogildo Pereira, Clementino Fraga e Senador Camará.
Haverá ainda, uma caminhada, pelas ruas próximas a Unidade, quando estaremos orientando a população no combate a dengue.
Confira o roteiro da caminhada:
Pç das Liras
Rua Figueiredo Camargo até esquina rua teerã
Rua Falcão Padilha
Rua Visconde de Ourem
Rua do Coral
Rua Boa União
Rua Dunquerque
Rua Bela Flor
Rua Biarritz
Rua do Arroio
Av.Ribeiro Dantas
Rua Sul America, a partir da esquina com Falcão Padilha, até esquina da rua Teerã
Tvs Porto
Rua Mônaco
Rua Marselha
Rua Istambul
Rua Antenor de Carvalho
Rua Manoel Resende
Rua Toronto
Rua Toulon
Rua Teerã
As ruas fazem limite com a Marechal Marciano e a Coronel Tamarindo.
Rua Figueiredo Camargo até esquina rua teerã
Rua Falcão Padilha
Rua Visconde de Ourem
Rua do Coral
Rua Boa União
Rua Dunquerque
Rua Bela Flor
Rua Biarritz
Rua do Arroio
Av.Ribeiro Dantas
Rua Sul America, a partir da esquina com Falcão Padilha, até esquina da rua Teerã
Tvs Porto
Rua Mônaco
Rua Marselha
Rua Istambul
Rua Antenor de Carvalho
Rua Manoel Resende
Rua Toronto
Rua Toulon
Rua Teerã
As ruas fazem limite com a Marechal Marciano e a Coronel Tamarindo.
“A dengue é uma infecção aguda e tem quatro sorotipos, de acordo com o Ministério da Saúde. A doença é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypt infectado com o vírus e as epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos de chuva. Uma das preocupações é a propagação do vírus da dengue tipo 4 no Brasil, o que aumenta a probabilidade de uma grande epidemia, já que grande parte da população brasileira nunca teve contato com esse vírus e, portanto, não desenvolveu imunidade a ele.
O fato de a população brasileira não ter imunidade contra o tipo 4 associado a epidemias anteriores piora a situação. Quando alguém é infectado mais de uma vez pelo vírus da dengue (já lidamos com o 1, 2 e 3), o risco de reação grave é maior. Se ocorrer uma epidemia, o número de infectados e mortes provavelmente será muito maior do que das outras vezes, porque milhares de pessoas, adultos e crianças, adoeceram com outros sorotipos e há um índice de infestação alta do mosquito transmissor.
Grande parte da população carioca já teve contato com vírus 1, 2 e 3 e praticamente 100% estão vulneráveis ao tipo 4, com casos já registrados no Brasil.
Depois da picada do mosquito com o vírus, os sintomas aparecem normalmente do terceiro ao décimo - quinto dia, o período de incubação. O tempo médio de duração da doença é de cinco a seis dias. É só depois do período de incubação que os sintomas aparecem.
O sintomas de dengue variam desde febre até hemorragia, que pode levar ao óbito. Portanto, é bom ficar atento a sinais de hipertermia com duração de dois a sete dias, cefaléia, dores no corpo e articulares, retro orbitárias e petéquias pelo corpo. E procurar atendimento de urgência em casos de dores abdominais fortes e contínuas, vômitos persistentes, sangramento pelo nariz, boca e gengivas, sede excessiva e boca seca, alerta o Ministério da Saúde.
A doença com vírus 4 tem os mesmos sintomas acima. O protocolo de tratamento também é o mesmo.
A melhor maneira de se proteger é limpar os locais onde o mosquito costuma desovar. Portanto, guarde o lixo corretamente, não acumule água parada, feche bem caixas d' água e guarde as garrafas de cabeça para baixo para não acumular líquidos.”
Brasília – Até 2014, o Ministério da Saúde espera ter, pelo menos, mil equipes médicas do Sistema Único da Saúde (SUS) habilitadas para fazer atendimento em casa, como uma espécie de home care.
O foco é oferecer o cuidado domiciliar a pacientes com dificuldade de locomoção ou que não precisam ficar internados em hospitais. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse hoje (25) que a pasta vai começar a selecionar os municípios interessados em ter o serviço. A ideia é ter uma equipe para cada 100 mil habitantes.
“Cada pessoa que puder sair mais rápido do hospital vai estar liberando um leito”, destacou Padilha, ao participar do programa de rádio Bom Dia, Ministro, uma produção da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República em parceria com a EBC Serviços.
Com o atendimento domiciliar, o governo federal quer desafogar os hospitais e estimular a recuperação do paciente em casa, que é mais rápida. Em julho, o ministério publicou portaria dando início à estruturação do serviço. Para este ano, o investimento previsto é de R$ 36,5 milhões.
Fonte: Enfermagem Atualizada




