27 de janeiro de 2012
Rio 26/01/2012
PL 2573/11 vai melhorar salário da Enfermagem no Brasil. A média salarial da enfermagem no Brasil é baixa, fazendo com que a maioria dos profissionais busque mais de um vínculo empregatício.
Enfermagem
Projeto de Lei 2573/11 estabelece novo piso salarial para os profissionais de Enfermagem
Em tramitação desde outubro de 2011 na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2573/2011, de autoria do Deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), prevê o aumento no piso salarial dos profissionais de Enfermagem.
Se o PL 2573/2011 for aprovado, o reajuste dos salários dos profissionais de enfermagem será de:
- Enfermeiro: piso salarial de R$ 5.450,00 reais por mês.
- Técnico de Enfermagem: piso salarial de R$ 2.725,00 reais por mês.
- Auxiliar de Enfermagem: piso salarial de R$ 2.180,00 reais por mês.
- Parteira: piso salarial de R$ 2.180,00 reais por mês.
Este aumento no piso salarial dos profissionais de Enfermagem é mais do que justo e vai melhorar a qualidade nos serviços de enfermagem, reforçando a valorização profissional. O trabalho dos profissionais de enfermagem é de ampla complexidade e responsabilidade, sendo essencial uma remuneração ao alcance.
De acordo com um levantamento feito em 2006 sobre a Empregabilidade e Trabalho dos Enfermeiros no Brasil, foi analisada a remuneração média desses profissionais. Os resultados do estudo mostraram que 49% dos entrevistados possuíam mais do que um emprego. Em relação à renda global com o trabalho como enfermeiro, 52,7% declararam ganhos na faixa de R$ 2.000,00 a R$ 3.999,00.
Este perfil demonstra que baixos salários fazem com que os enfermeiros tenham jornadas extensas de trabalho, com mais de um vínculo empregatício.
Por isso, o Projeto de Lei PL 2573/11 pode melhorar muito as condições de trabalho dos profissionais de enfermagem.
A Enfermagem é exercida privativamente pelo Enfermeiro, pelo Técnico de Enfermagem, pelo Auxiliar de Enfermagem e pela Parteira, respeitados os respectivos graus de habilitação. Trata-se de uma das profissões mais promissoras do mundo.
No Brasil, apesar do aumento no número de cursos de graduação em Enfermagem ocorrido nas últimas décadas, a empregabilidade na área de enfermagem é alta. Pesquisas apontam que 75% dos profissionais formados em enfermagem não tem dificuldades para encontrar emprego. O Brasil possui uma relação de 0,6 enfermeiros por 1.000 habitantes, mostrando que a necessidade desses profissionais no sistema de saúde é crescente.
Fonte: Instituto Salus
26 de janeiro de 2012
Rio 26/01/2012
Médico da Secretaria de Estado de Saúde alerta para os perigos da poeira dos desabamentos
Qui, 26 de Janeiro de 2012
A poeira que está em suspensão nas imediações da Avenida 13 de Maio, no Centro do Rio de Janeiro, após o desabamento de três edifícios na noite de quarta-feira (25) pode causar danos à saúde. A orientação de especialistas é evitar contato com este tipo de substância.
De acordo com o médico Pedro Guimarães Coscarelli, da Coordenação de Vigilância Epidemiológica e Saúde do Trabalho da Secretaria de Estado de Saúde, o contato com essa poeira traz riscos de alergias e também pode causar danos aos olhos, às mucosas em geral e problemas respiratórios, tais como sinusites, bronquites e crises de asma.
Os riscos podem ser agravados caso determinados produtos químicos tenham sido usados na construção dos prédios que desabaram, como o amianto, por exemplo. "Nós recomendamos que as pessoas que não precisam estar nas proximidades dessa área evitem o local, para não terem contato com esse material", explicou Pedro Coscarelli.
O médico acrescenta que os trabalhadores que precisam atuar na área devem usar máscaras com filtros para pós e produtos químicos. Na avaliação de Coscarelli, pessoas que apenas transitaram pelo local e tiveram contato breve com a poeira não devem ter nenhum tipo de reação. Mas alertou que indivíduos mais suscetíveis podem ter algum problema de saúde. Neste caso, elas devem procurar atendimento médico.
Secretário Côrtes fala sobre importância de a rede de saúde organizada em casos de desastres
Qui, 26 de Janeiro de 2012 09:41
Em entrevista a uma emissora de rádio na manhã desta quinta-feira (26), o secretário de Estado de Sáude, Sérgio Côrtes, falou sobre a importância de ter uma rede de saúde organizada para atender possíveis casos de vítimas de eventos como o desabamento que aconteceu na noite desta quarta-feira (25), em três prédios da Rua Treze de Maio, no Centro do Rio.
A secretaria de saúde colocou os Hospitais da rede pública em alerta?
Sérgio Côrtes: O governador, em função de recentes desastres, determinou que a Secretaria de Estado Saúde tivesse um plano de contingência para todos os nossos hospitais desde 2010. O que nós fazemos efetivamente, quando nós temos um desastre, é fazer essa rede funcionar de forma muito rápida. Ontem, em menos de 20, 30 minutos depois do desastre, todos os serviços de emergência dos hospitais estaduais já estavam em alerta, inclusive com a possível chamada de novos profissionais, se fosse necessário. Além disso, eu estava diretamente com o secretário Weiler que colocou os serviços da prefeitura em alerta. O SAMU estava em alerta. Ou seja, essa rede de saúde hoje tem esses alertas, que são chamados os alertas vermelhos. Ela fica de sobreaviso para fazer o atendimento. Os hospitas da rede já estavam de prontidão, em sobreaviso para fazer o atendimento. Os próprios hospitais federais, o Dr. João Marcelo que é diretor, também colocou os hospitais à disposição. Ou seja, a gente tenta organizar para que não fique mais aquela coisa de um ficar ligando para o outro, para saber se pode ou não levar paciente. Essa rede se comunica de uma forma muito rápida nessas situações de emergência.
Muitos curiosos ficam em volta. A poeira é toxica...
Sérgio Côrtes: Aquela poeira obviamente, no mínimo, causa reações alérgicas. É uma poeira muito ruim. Efetivamente as nossas narinas têm um pequeno filtro, mas vai para os pulmões. A gente não sabe nem que tipo de substâncias têm ali. O ideal é que somente os profissionais que estão trabalhando fiquem no local. Os curiosos atrapalham inclusive o acesso das máquinas da prefeitura, que não param de chegar. A saída dos caminhões que levam os escombros e, principalmente, o trabalho dos bombeiros na busca por possíveis vítimas por baixo dos escombros.
E mesmo os profissionais que estão ali, é recomendável que trabalhem com máscara, não é secretário?
Sérgio Côrtes: A máscara é ideal porque ela faz um filtro de ar. Um primeiro filtro, impedindo que pelo menos as partículas grandes sejam respiradas. A recomendação é que se trabalhe com máscara, ainda mais nesse momento que está se revirando bastante entulho, porque sobe muita poeira. Ontem era impressionante, Lúcia, quando cheguei em casa na madrugada, o meu paletó que era azul ficou cinza claro. Lembrou muito aquela imagem do 11 de setembro.
Força Estadual de Saúde é opção em casos de destastre com vítimas -A Força foi criada por decreto no dia 10 de janeiro de 2012 para entrar em ação em situações emergenciais em casos extremos de desastres naturais ou eventos epidemiológicos. O objetivo é monitorar, orientar tecnicamente o envio de insumos, profissionais, recursos e, se preciso, hospitais de campanha às localidades afetadas. A Força já está apta a ser convocada. Com duas semanas de cadastro disponível, quase 2 mil profissionais já se inscreveram para integrar a Força Estadual de Saúde. O formulário de cadastro está disponível na página da Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ) na Internet e, desde quarta-feira (18), também no site do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj).
Dúvidas sobre as inscrições podem ser enviadas para o email: cadastrados@saude.rj.gov.br
25 de janeiro de 2012
Rio 25/01/2012
A CAP 5.1 INAUGURA
"1ª CENTRAL DE ARMAZENAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE IMIUNOBIOLÓGICOS" DO MUNICÍPIO DO RJ.
Atualmente poderemos confiar mais ainda nas vacinas utilizadas nas unidades de saúde que pertencem a Coordenação de Área Programática 5.1.
No Dia 27 de Janeiro de 2012 - Sexta-Feira às 14 horas - na Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho, haverá uma visitação ao local pelos dos gestores e funcionários que atuam nas Salas de Imunização da área.
Todos que trabalham com imunobiológicos estão orgulhosos com a iniciativa e efetivação desse Projeto da Coordenadora Drª Tatiane Caldeira e sua Equipe que sabiamente levantaram essa bandeira em prol do processo de armazenagem, conservação, manipulação, distribuição e transporte dos imunobiológicos em condições adequadas de refrigeração, até o momento em que a vacina é administrada, assegurando as características dos mesmos, conferindo assim, imunidade aos usuários e pleno abastecimento das unidades.
Matéria cedida pela Gestora do CMS Padre Miguel .
PARABÉNS A CAP 5.1 E PREFEITURA DO RIO!!!
Equipe da Rede de Frios
24 de janeiro de 2012
Postado no blog do Posto de Saúde Eithel Pinheiro - Repassando!
O mosquito - O Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, embora nas horas quentes possa atacar à sombra, dentro ou fora de casa.
O Aedes aegypti caracteriza-se por apresentar comportamento urbano, sendo raro encontrá-lo em áreas silvestres. Em média, o mosquito vive em torno de 30 dias, e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. A fêmea, apesar de copular somente uma vez, tem capacidade de desovar várias vezes durante sua vida. Essas desovas estão condicionadas à ingestão de sangue e ocorrem após 2 ou 3 dias, por isso necessita alimentar-se periodicamente. É durante essa alimentação que, se ela estiver infectada, pode transmitir o vírus da dengue ou se contaminar com o vírus, caso se alimente de uma pessoa que esteja com dengue. Uma vez infectada com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença.
Os ovos não são postos diretamente na água parada, mas milímetros acima de sua superfície. Assim, em recipientes com água, como tambores, tonéis, pratos de vasos de planta, garrafas, latas etc., qualquer movimento na superfície provoca o rompimento dos ovos em aproximadamente 30 minutos. O ciclo do mosquito na água varia de 5 a 7 dias dependendo da temperatura. As larvas passam por quatro fases até a pupa, período de descanso do qual a larva sai adulta, ou seja, mosquito.
Mitos e erros sobre o Aedes aegypti:

1 – Ar-condicionado e ventiladores matam o mosquito – Mentira!
Quando se usa o ar-condicionado, a temperatura e a umidade baixam, inibindo o mosquito. Este tem mais dificuldade para localizar a possível vítima de sua picada. Apesar disso, não morrerá. Esses aparelhos apenas espantam o mosquito, que poderá voltar em outro momento, quando estiverem desligados.
2 – Para matar os ovos do mosquito, basta secar os reservatórios de água parada –Mentira!
Apenas secar os reservatórios de água parada não irá impedir o mosquito da dengue de se reproduzir. É preciso limpar esfregando com uma bucha o local contaminado, pois o ovo pode se manter “vivo” por mais de um ano sem água.
3 – Repelentes são fundamentais no combate à dengue – Mentira!
Repelentes, velas de citronela ou andiroba, ao contrário do que muita gente pensa, não têm muito efeito permanente no controle do Aedes aegypti. Medidas mais duradouras, como a eliminação de recipientes onde o mosquito possa reproduzir-se tem um impacto muito maior no controle da dengue.
4 – Tomar vitamina B afasta o mosquito – Mentira!
Apesar de ser verdade que o mosquito é atraído pelo gás carbônico exalado pela respiração da pessoa, a ingestão de Vitamina B – alho ou cebola também, que têm cheiro eliminado pela pele – não é uma medida eficaz de combate à dengue.
Tomar Vitamina B poderá afastar o mosquito, mas seu efeito não será duradouro, e, dependendo do metabolismo de cada pessoa, poderá, inclusive, até não fazer efeito algum.
5 – Qualquer picada do mosquito transmite o vírus da doença – Mentira!
Primeiramente, é necessário que o mosquito esteja contaminado. Além disso, cerca de metade das pessoas picadas não desenvolvem a doença. Entre 20% e 50% vão desenvolver formas subclínicas da doença, ou seja, sem apresentar sintomas. Ainda assim, é importante, em caso de dúvida ou qualquer suspeita, procurar o posto de saúde mais próximo.
6 – Borra de café na água das plantas mata os ovos do mosquito – Mentira!
A borra de café somente é eficaz no combate ao mosquito da dengue em quantidades muito elevadas, pois já foi verificado na prática que a larva do Aedes aegypti desenvolve-se em água suja de borra de café. Em vez de usar a borra, procure eliminar os pratos dos vasos, ou coloque areia até as bordas, de maneira a eliminar a água. Lave também os pratos com bucha e sabão semanalmente. Isso, sim, é eficaz contra a dengue.
7 – As larvas do mosquito só se desenvolvem em água limpa – Mentira!
Embora as fêmeas do Aedes aegypti tenham preferência por depositar os ovos em recipientes com água limpa, elas também podem colocá-los em criadouros com água suja e parada. Então, para combater a dengue, o importante é acabar com qualquer reservatório de água parada, independentemente de limpa ou suja.
Blog da Saúde, com informações do Combata a Dengue








