POLICLÍNICA MANOEL GUILHERME DA SILVEIRA FILHO

Av. Ribeiro Dantas, 571 - Bangu - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 21870-070 | ☎ Telefone: (21) 3464-6030 / 3333-6726
Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 17h - Sábado das 08h às 12h
Diretora: Neise Villar | CNES 2270048

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28 de setembro de 2013

FINALISTAS DO III CONCURSO DE BLOGUEIROS SAÚDE DA FAMÍLIA

 

Acabou!
Acabou de sair a lista com as Unidades finalistas do III Concurso de Blogueiros do Saúde da Família.
Parabenizamos todas as Unidades de Saúde da Família pela participação.  O importante é participar!
 
Conheça os Finalistas:
1 - Melhor Blog   
    2 - AP 2.1 - CF Santa Marta   
    3 - AP 2.1 - CMS Dr. Albert Sabin   
    4 - AP 2.2 - CMS Casa Branca   
    5 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso    
    6 - AP 3.3 - CF Souza Marques    

2 - Melhor Conteúdo   
    2 - AP 2.2 - CF Casa Branca  
    3 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso   
    4 - AP 3.1 - CMS Alemão   
    5 - AP 3.2 - CMS Rodolpho Rocco   
    6 - AP 3.3 - CF Souza Marques   

3 - Cobertura Fotográfica    
    1 - AP 2.1 - CMS Dr. Albert Sabin  
    2- AP 2.1 - CF Santa Marta  
    3 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    4 - AP 3.1 - CMS Nagib Jorge Farah  
    5 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    6 - AP 5.2 - CMS Adão Pereira Nunes  

4 - Melhor Fotografia   
   1 - AP 1.0 - CMS Manoel Arthur Villaboim  
   2 - AP 1.0- CMS Fernando Braga Lopes  
   3 - AP 5.1 - CMS Professor Masao Goto  
   4 - AP 5.3 - CMS Emydio Cabral  
   5 - AP 5.3 - CMS João Batista Chagas   
   6 - AP 5.3 - CF Waldemar Berardinelli  

5 - Cobertura Audiovisual    
    1 - AP 1.0 - CMS Manoel Arthur Villaboim  
    2 - AP 3.1 - CMS Alemão  
    3 - AP 3.2 - CF Izabel dos Santos  
    4 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    5 - AP 5.1 - CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho   
    6 - AP 5.3 - CMS Cyro de Mello  

6 - Melhor Vídeo   
    1 - AP 2.1 - CMS Dom Hélder Câmara  
    2 - AP 2.2 - CMS Casa Branca  
    3 - AP 3.3 - CF Maria de Azevedo Rodrigues Pereira    
    4 - AP 5.3 - CF Helande de Mello Gonçalves  
    5 - AP 5.3 - CMS Floripes Galdino Pereira   
    6 - AP 5.3 - CMS João Batista Chagas   
 
7 - Maior Interatividade   
    1 - AP 2.2 - CMS Casa Branca  
    2 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    3 - AP 3.1 - CMS Alemão  
    4 - AP 3.1 - CMS Nagib Jorge Farah  
    5 - AP 3.2 - CF Bárbara Starfield  
    6 - AP 5.1 - CMS Athayde José da Fonseca  
 
8 - Criatividade    
    1 - AP 2.2 - CMS Casa Branca  
    2 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    3 - AP 3.1 - CMS Alemão  
    4 - AP 3.1 - CMS Helio Smidth  
    5 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    6 - AP 5.1 - CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho   
 
9 - Conheça essa História Contada por um ACS    
    1 - AP 2.2 - CMS Casa Branca  
    2 - AP 2.2 - CMS Nicola Albano  
    3 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    4- AP 3.3 - CF Souza Marques   
    6 - AP 5.3 - CMS Cyro de Mello  
 
10 - Como Eu Faço    
    1 - AP 2.1 - CMS Dr. Albert Sabin  
    2 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    3 - AP 3.1 - CMS João Candido  
    4 - AP 3.1 - CF Zilda Arns  
    5 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    6 - AP 5.3 - CMS Cyro de Mello  
 
11 - Atividade Física   
    1 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    2 - AP 3.1 - CF Victor Valla  
    3 - AP 3.2 - CF Emygdio Alves Costa Filho  
    4 - AP 5.3 - CF Ilzo Motta de Mello   
    5 - AP 5.3 - CMS Aloysio Amâncio da Silva   
    6 - AP 5.3 - CF José Antônio Ciraudo  
 
12 - Protagonismo Juvenil    
    1 - AP 2.1 - CF Santa Marta  
    2 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    3 - AP 3.2 - CF Bárbara Starfield  
    4 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    5 - AP 3.3 - CMS Sylvio Frederico Brauner  
    6 - AP 5.1 - CF Olimpia Esteves  

13 - Saúde na Escola   
    1 - AP 1.0 - CSE Lapa  
    3 - AP 2.1 - CMS Dom Hélder Câmara  
    4 - AP 3.1 - CMS João Candido  
    5 - AP 3.2 - CF Emygdio Alves Costa Filho  
 
14 - Integração Saúde da Família e Vigilância em Saúde   
    1 - AP 1.0 - CMS Manoel Arthur Villaboim  
    2 - AP 2.1 - CF Santa Marta  
    3 - AP 3.1 - CF Felippe Cardoso  
    4 - AP 3.3 - CF Souza Marques  
    5 - AP 4.0 -  CMS Santa Maria  
    6 - AP 5.2 - CF Bibi Vogel  
 
15 - Integração Ensino Serviço e Comunidades   
    1 - AP 2.1 - CF Santa Marta  
    2 - AP 2.1 - CMS Dr. Albert Sabin  
    3 - AP 2.1 - CMS Manoel José Ferreira  
    4 - AP 2.2 - CMS Heitor Beltrão  
    6 - AP 5.1 - CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho   
 
16 - Agenda   
    1 - AP 1.0 - CF Sérgio Vieira de Mello  
    2 - AP 2.1 - CMS Manoel José Ferreira
    3 - AP 2.2 - CMS Parque Vila Isabel  
    4 - AP 2.2 - CMS Maria Augusta Estrella  
    5 - AP 3.3 - CF Souza Marques   
    6 - AP 5.1 - CMS Manoel Guilherme da Silveira Filho   

   
Gerente Neise Villar com o TI da Estação OTICS Rio Bangu, Diego,
 efetuando a inscrição para o III Concurso de Blogueiros do Saúde da Família 
 Conheça os Finalistas da AP 5.1:

Cinnnnnnco Um!  Oba!  Oba!

4 - Melhor Fotografia   

5 - Cobertura Audiovisual    

7 - Maior Interatividade   

8 - Criatividade   
 http://smsdc-cms-mgsf.blogspot.com.br/
 
9 - Conheça essa História Contada por um ACS  

12 - Protagonismo Juvenil    

13 - Saúde na Escola   

15 - Integração Ensino Serviço e Comunidades   
http://smsdc-cms-mgsf.blogspot.com.br/p/integracao-ensino-servico-comunidade.html

16 - Agenda  
http://smsdc-cms-mgsf.blogspot.com.br/p/agenda.html


 Agradecemos a Equipe da Estação OTICS Rio Bangu pelo apoio dado as Unidades de sua responsabilidade.
Valeu Dinda!!!

2 de agosto de 2013

DR DANIEL EM DEBATE NA ENSP

 
Na última quarta-feira, dia 31/7, reuniu-se pesquisadores, alunos e profissionais de saúde no auditório térreo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca para um debate. A gestão da atenção básica no Rio de Janeiro foi tema de discussão do Centro de Estudos da ENSP. A atividade contou com a participação de representantes do governo que apresentaram visões opostas sobre o modelo de gestão da administração da saúde pública na cidade. Estiveram presentes Paulo Pinheiro, vereador do Rio de Janeiro; Daniel Soranz, subsecretário de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde do Rio de Janeiro; Nilson do Rosário, pesquisador da ENSP; e Maria de Fátima Siliansky, pesquisadora do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ. Confira, na Biblioteca Multimídia da Escola, as apresentações e o áudio do evento.

Na abertura do Centro de Estudo, o diretor da ENSP, Hermano Castro, destacou a importância de debater a gestão da saúde na cidade do Rio de Janeiro, principalmente no momento em que os questionamentos vêm das ruas e da sociedade, na busca por uma perspectiva de saúde de qualidade. Maria Angélica Borges dos Santos, pesquisadora da ENSP responsável pela coordenação do debate, afirmou que cobertura universal e financiamento da saúde são temas de ponta e estão em constante discussão. “Ambos são muito caros à saúde e, para isso, reunimos neste evento diferentes níveis de gestão  executivo, representado pelo secretário Daniel Soranz, e legislativo, por meio do vereador Paulo Pinheiro  e acadêmicos para fomentar a discussão.”

Daniel Soranz, subsecretário de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde do Rio de Janeiro, abriu o debate e apresentou a avaliação dos três anos de experiência dos novos modelos de gestão na atenção básica no Rio de Janeiro. Além de discriminar o que foi e vem sendo realizado no Rio de Janeiro, ele ressaltou que a opção por determinado modelo de atenção não está isenta de finalidades e valores, explícitos ou implícitos. Segundo Soranz, houve, na gestão anterior, um crescimento significativo dos planos privados de saúde (52,8%) que possuíam 2.459.561 beneficiários, em 2000, e passaram a contabilizar 3.371.459, em 2009.

“O cenário no Rio de Janeiro era complicado. Éramos uma das cidades com maior gasto per capita em saúde do país, com os piores indicadores até 2008, e possuíamos o menor financiamento público municipal entres as capitais. Além disso, 83% do nosso orçamento em saúde era em gastos com hospitais”, explicou. A partir de 2009, foi iniciada a Reforma nos Cuidados em Atenção Primária (RCSP) na cidade do Rio de Janeiro pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, que colocou a atenção primária como ordenadora das redes de atenção. Essa reforma foi dividida em três componentes: organizacional, administrativo e modelo de atenção. Daniel focou sua apresentação na reforma administrativa.

De acordo com o subsecretário, a reforma administrativa possuía muitos desafios: a execução orçamentária, o tempo médio dos processos, o tempo de remanejo, a transparência dos contratos, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde, entre outros. Com base nessas necessidades, elaborou-se o arcabouço jurídico para a criação das organizações sociais de saúde (OSS), que deram origem aos contratos de gestão como convênio. Desde então, explicou Daniel, a atenção primária está no assento condutor da saúde na cidade do Rio de Janeiro. Ele citou ainda muitos processos que tiveram grandes e importantes mudanças após a adesão do modelo de gestão baseado nas OSS. Por fim, o subsecretário apresentou números que apontam melhorias de saúde e qualidade de vida da população e ressaltou que, em 2016, a tendência é que os cariocas tenham a maior expectativa de vida do país.

“Para definição e monitoramento das metas, rever o modelo de gestão administrativa foi condição sine qua non. A cidade buscou, a exemplo de outros municípios brasileiros, o modelo das OSS como alternativa para flexibilidade e agilidade gerencial, autonomia financeira e administrativa, voltadas para os resultados e para a sua clientela, com o intuito de racionalizar a utilização dos recursos e incrementar a prática de prestação de contas, associando responsabilidade na alocação de recursos a desempenho e resultados sociais. Isso sem dispensar os mecanismos do aparato estatal de controle e auditoria, como órgãos de Controladoria-Geral e Tribunal de Contas do Município”, finalizou.

Na contramão das Organizações Sociais de Saúde

Apresentando uma visão oposta à do subsecretário Daniel Soranz, o vereador Paulo Pinheiro abordou a situação da saúde no Rio de Janeiro, que, segundo ele, não anda bem. O vereador questionou a retirada da gestão da administração da saúde e a adesão a uma nova gestão baseada nas OSS. Ele citou, ainda, alguns projetos de sua autoria que foram apresentados com vistas à melhoria da qualidade da atenção básica. Em seguida, falou sobre a Lei n° 5.026 de 19 de maio de 2009, conhecida como a Lei das OSS, que dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais e dá outras providências, e salientou as formas de execução e fiscalização dos contratos de gestão.

Segundo o vereador, muitos contratos de gestão estão sendo fiscalizados atualmente e podem ser encerrados em virtude do alto número de irregularidades. Aproveitando o gancho dos dados apresentados pelo subsecretário de saúde, Paulo Pinheiro questionou os números e apontou a demora na marcação de médicos e exames, a alta rotatividade de profissionais médicos, entre outros aspectos latentes na insatisfação da população com a saúde no Rio de Janeiro. Diante dos problemas citados, Paulo questionou: por que não a administração direta?

Por fim, o vereador apresentou a proposta orçamentária da Prefeitura para 2013 e apontou o aumento da receita das despesas decorrentes do modelo de gestão adotado atualmente na cidade. Encerrando sua apresentação, Paulo Pinheiro citou as análises do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM) sobre o desempenho das organizações sociais que atuam sem concurso e sem licitação e questionou, mais uma vez, a criação da Empresa Pública de Saúde do Rio de Janeiro, a RioSaúde. “Essa empresa passa a ter responsabilidade sobre a gestão de todas as unidades básicas de saúde do Rio de Janeiro. O que nos resta saber é exatamente como pretende atuar a RioSaúde”, destacou.

O debate retornou para a academia com o pesquisador Nilson do Rosário, do Departamento de Ciências Sociais da ENSP. Ele iniciou sua apresentação citando uma oficina, realizada no Rio de Janeiro, sobre o papel das OSS. Categórico, afirmou que a falta de coerência entre o que defende e o que implementa é, hoje, a maior crítica ao sistema de saúde brasileiro. O professor apontou ainda a dificuldade em avaliar os contratos fechados com base no formato de gestão das OSS e citou que São Paulo também passou por uma reforma e, atualmente, possui uma atenção básica favorável. “Necessitamos de mais clareza nas questões políticas. O Rio de Janeiro é uma cidade dividida que tenta ser global, o nosso desafio é incluí-lo nessa globalidade”, disse.

Fechando o debate, a pesquisadora Maria de Fátima Siliansky, do Instituto de Saúde Coletiva da UFRJ, fez suas considerações com base em duas grandes pesquisas de que participa. Ela pontuou as lógicas dos modelos de gestão baseada na administração direta de pessoas e recursos e na terceirização da gestão. Segundo ela, ao contrário do que vem sendo propagado, o modelo de terceirização de contratos não é recente e é adotado em outros países. A professora também descreveu problemas na avaliação no setor serviços, “quantidade de serviços pode não significar efetividade do sistema de saúde”.

22 de julho de 2013

DICAS DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA DO MUNICÍPIO DO RIO PARA A JMJ 2013


21 de julho de 2013

SMS COM NOVO SITE!

18 julho de 2013 FIQUE POR DENTRO

 




A Secretaria Municipal de Saúde está de site novo. O projeto apresenta design moderno, interface “amigável” e navegação intuitiva, proporcionando uma melhor experiência ao usuário.
Sobre o conteúdo, a página ganhou maior variedade de assuntos e oferta de informações, para atrair a população. Foi mantida a publicação diária de notícias, a apresentação de
dados estatísticos e resultados, e a disponibilização de material oficial de gestão pública.
 
 
O novo conteúdo também traz orientações sobre vida saudável e prevenção de doenças, informações sobre os programas de saúde, as especialidades e os exames oferecidos na rede, as unidades de saúde do município (com endereços e telefones), entre outros.
Para conhecer o novo site basta digitar: www.rio.rj.gov.br/web/sms


19 de julho de 2013

RIO MONITORA DOENÇAS DURANTE A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Criado para dar respostas rápidas a possíveis ocorrências durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), o Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (Ciocs) começou a operar esta semana. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, um grupo formado por 30 representantes das secretarias municipais e estaduais de saúde, Corpo de Bombeiros, Ministério da Saúde e Fiocruz tem como base o Centro Integrado de Comando e Controle do Rio de Janeiro, na Praça Onze, Centro do Rio.

De acordo com a secretaria, o objetivo é atuar de forma operacional, realizando busca ativa nas unidades de saúde para monitorar aspectos relacionados à identificação de doenças, verificando as notificações, o perfil e o número de atendimentos durante o período da Semana Missionária e da JMJ.

Durante os eventos em Copacabana, na Zona Sul, e Guaratiba, na Zona Oeste, o Ciocs funcionará em horários especiais, das 12h à zero hora. Já o Laboratório Central Noel Nutels (Lacen) funcionará 24 horas durante todos os dias da Jornada, recebendo amostras biológicas, assim como a Fiocruz.

Lista de doenças

Para ajudar no diagnóstico de doenças inusitadas, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Cievs-RJ) fez um levantamento das principais doenças circulantes no Brasil e no mundo e reuniu as informações em duas listas. A primeira reúne as principais doenças presentes nos estados brasileiros, e a segunda aponta as doenças mais comuns que circulam no mundo. As duas listas foram repassadas à rede de saúde.

O levantamento inclui doenças já erradicadas no Brasil ou com poucos registros nos últimos anos, como poliomielite, cólera e sarampo, e outras enfermidades ainda sem notificação no país, como chikungunya, por exemplo, transmitida pelo Aedes aegypti, comum na Indonésia, Índia, Filipinas, Papua-Nova Guiné, Gabão e Iêmen. Outra preocupação é o H7N9, novo vírus da gripe, proveniente dos países da Ásia. Segundo a Secretaria, o controle será feito por meio dos sintomas.

Vigilância sindrômica

Na última sexta-feira (12/7), cerca de 80 profissionais de saúde do estado, governo federal e município participaram de uma capacitação no Centro Estadual de Pesquisa do Envelhecimento sobre vigilância sindrômica, estratégia que será utilizada durante a JMJ para aumentar a sensibilidade desses trabalhadores para detecção de casos suspeitos de doenças inusitadas e casos de contaminação por material biológico. A ideia é que os participantes repliquem os conhecimentos adquiridos para suas equipes.

Vale ressaltar que todas as unidades de saúde do estado funcionam normalmente durante a JMJ e estarão disponíveis para o atendimento de pacientes, de acordo com suas especialidades. O endereço de cada unidade do estado está disponível no site da Secretaria de Estado de Saúde.

18 de julho de 2013

SUPERVISÃO DA COORDENAÇÃO DE POLICLÍNICAS NA PMGSF

 
 
Nessa última terça-feira, dia 16 de julho, a equipe de direção da Policlínica Manoel Guilherme da Silveira Filho teve o prazer de receber em seu auditório a equipe de Coordenação das Policlínicas, com a presença da coordenadora Drª Eliane, a gerente Drª Marcia, a assessora Drª Marcia e estagiária.
A visita teve o objetivo conhecer mais de perto nosso processo de trabalho e seus atores.
Recebemos também nesse dia o diretor do DASPS da Coordenadoria de Área Programática 5.1, Drº Erivelton, que contribuiu grandiosamente para que nosso encontro se tornasse um sucesso. 
VOLTEM SEMPRE!!! 







 

Infográfico

10 Grupos de Saúde
em nossa unidade.
1,293,607 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
9.576 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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(21) 3464-6030 / 3333-6726

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